Era uma vez, uma história como outra qualquer. Uma estrada que bifurca-se pelas suas escolhas, suas renúncias. Personagens fogosos de uma história surreal, banal. Era uma vez recordações, experiências, olhares, jornadas. A jornada acabou.
Era uma vez, uma história como outra qualquer. Um epílogo desnorteado e inesperado. Toda história tem um fim. Toda história termina e dá início a novas crônicas, novas estradas.
21 de setembro de 2010, início de mais um prólogo, conclusão de um capítulo atordoado e gasto pelo cansaço.
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